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terça-feira, fevereiro 24, 2004

Claro que se eu fosse às aulas e estudasse em casa, teria um contetamento futuro, na época dos exames, ao ter muito mais facilidade em estudar e passar. Podia dizer que sou burro, por preferir viver o momento presente e não pensar no que vai acontecer. Mas nem é o caso. Num futuro bem mais longíquo vou recordar com alegria os momentos de diversão e loucura que passei e não os relaccionados com a escola. Por isso, não ir às aulas, não estudar e o que mais aconteça, não passa de eu a pensar no meu futuro.
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Agora constroem muros. E eu que pensava que ia ser um murito, pouco maior do que o das traseiras do meu prédio, mas não, mas não. Vai ser maior do que a distância de Lisboa a Madrid! E depois não querem ser atacados por carros bombas, homens bombas, bombas sozinhas. Não direi que o Terrorismo é uma boa solução, mas há situações em que é a única. E na Palestina, vítimas de descriminação, de raids das tropas israelitas, de injustiças e possuindo uma força muito menor do que israelita, temos um desses casos.
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sábado, fevereiro 21, 2004

Querem estragar o Carnaval aos miúdos pá! Foram apreendidos mais de seis mil produtos considerados perigosos. É uma vergonha, privarem as criancinhas incoscientes dos riscos que correm dos seus tão queridos estalinhos, bombinhas, fulminantes e afins. No Telejonal de ontem era esta a conversa:
Repórter: -Então e não sabes que é proíbido brincares com estalinhos?
Miúdo1: -Sei.
Repórter: -E continuas a brincar?
Miúdo2: -É Carnaval, ninguém leva a mal.
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sexta-feira, fevereiro 20, 2004

C'est l'histoire d'un mec qui tombe d'un immeuble de cinquante étages; au fur et à mesure de sa chute il se répète sans cesse pour se rassurer: jusqu'ici tout va bien, jusqu'ici tout va bien, jusqu'ici tout va bien... mais l'important, c'est pas la chute c'est l'atterrissage
A tagline de melhor filme sobre violência, sobre desepero, sobre falta de saídas, sobre a outra face da cidade, sobre ódio. La Haine, em português, O Ódio. Tudo desde o seu próprio segundo inicial até ao esmagador final é de uma perfeição extrema. Todos os gestos, símbolos, palavras são geniais e genialmente estão enquadrados. Mathieu Kassovitz ganhou em Cannes o prémio de Melhor Realizador com esta relíqua e acima de tudo, a imortalidade. Porque La Haine não é só um filme. Não é MESMO, só um filme, que se vai ver domingo à tarde quando não temos nada para fazer. É uma obra-prima que deve ser vista e sentida na pele por todos nós.

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Sabem o que era bom? Era um membro do nosso governo contrair a gripe das aves e termos de os matar a todos. Se já sem gripes tenho medo de ficar contagiado com os ideias de tais reaccionários, como diz o Mário Soares, assim ainda pior. Mas de uma forma ou de outra, a morte é sempre solução para este governo. Façamos como o Mourinho.
-Eu gostava era que o Durão morresse na Assembleia.
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Como os meus vizinhos estavam a ouvir música pimba, fui obrigado a brindá-los com Censurados. Quando carreguei no botãozinho que diz stop, é tipo um quadrado, era Mafalda Veiga. Tara Perdida foi a solução de momento.
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quinta-feira, fevereiro 19, 2004

Hoje, no autocarro reparei que tinha um placard a dizer : 35 lugares sentados , 56 em pé.
56 em pé? Porque não 55? Mas não podem ser 60? Têem mesmo de ser 56? Será que atafulharam o autocarro de gente para ver quantos cabiam e à 57ª pessoa viram que não cabia mais ninguém? Interrogo-me que estranhos testes estarão na base daquele placard...
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terça-feira, fevereiro 17, 2004

Ontem foi um dia estranhíssimo, quase surreal. E acabar o dia no cinema a ser esmagado por um filme tão avassalador como é o Elephant ainda ajudou mais.
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segunda-feira, fevereiro 16, 2004

A Lu está docemente inspirada nos seus comentários. E sem mostras de pressão ou mesmo depressão.
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Uma coisa verdadeiramente ilógica e estúpida seria a impotência sexual ser hereditária. Isso sim, seria ilógico.
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Bem desde que vi o documentário sobre os ácaros que andam nas nossas caminhas, que podem chegar a ser um milhão (é estúpido, mas é verdade), excluí completamente a hipótese de dormir nu. É que os raios dos bichos alimentam-se de peles mortas que se encontram no nosso corpo, não sei se estão a ver....
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sábado, fevereiro 14, 2004

Toda a gente fala nisso, até parece que é dia dos Namorados! Bah.
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sexta-feira, fevereiro 13, 2004

Viram ontem o Dias da Cunha? O homem a falar parece um louco, mas até esteve bem, na medida dos possíveis, esteve bem.
Mas gostei particularmente de uma frase não dele, mas da Judite de Sousa:
- Agora que já identificou as caras deste sistema bicéfalo...
Muito bom.
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Já viram que quando se fala de clonagem no telejornal, aparece logo o raio da ovelha DOlly, mesmo que ela não seja para lá chamada!
-Cientistas chinocas conseguiram clonar um embrião humano....
-Méééé.
Lá vem ela, a Dolly. O que é qu a clonagem de um embrião tem haver com ela? E lá dizem os jornalistas que ela foi clonada, que aquilo não correu bem, que ela morreu, que ainda se tem de evoluír muito no campo da clonagem, blá, blá, blá. Já estou farto daquela ovelha. Bolas!
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quinta-feira, fevereiro 12, 2004

Estou a fazer um filme com uns amigos. Hoje foi o primeiro dia de filmagens e estamos muito contentes com o trabalho.
4 amigos, 1 visita de estudo, 1 cidade... Morte, assassinato, traição!
Mas o melhor foi às seis e meia:

-Pá, tenho de me ir embora. Tenho aula agora!
-Tão já não filmamos a tua morte hoje?
-Pá, não dá mesmo. Hoje não dá para morrer, só posso morrer amanhã.


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segunda-feira, fevereiro 09, 2004

Acabei de ler toda a obra de Tolkien em torno do mundo do Senhor dos Anéis. É indiscritível. A minúcia com que ele cria um mundo novo e fantástico, desde o seu início até ao presente, onde tudo se encontra como é o nosso mundo actual. Minúcia, promenor, rigor tais, que me levam a pensar que poderá haver verdade nas suas histórias de elfos, Valar, anões, anéis e hobbits e que é aquela a história do nosso mundo. Quem sabe? Não ponho as minhas mãos no lume.
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Uma coisa que costatei, foi o facto de não saber o meu número de telemóvel decor. É que se o tivesse à pouco tempo, ou por ventura tivesse mudado de cartão ainda se percebia. Mas não. Há uns quatro anos que uso o mesmo cartão. E não sei o número decor. Há situações em que isso se pode tornar um verdadeiro "handicap". Imagem eu aí a vaguear pela noite de Coimbra e uma rapariga vir ter comigo (um cenário plenamente e unicamente idílico), e diz:
-Olá. Sou a ....... . Dás-me o teu número de telemóvel?
-Hmmmm, pois. è que eu não o sei decor. Pera aí, que eu já te digo. Pois, hmmmm. Que chatice.. Hmmm, já tá quase. Olha, é o...... .
Muito aborrecido.
Não entendo, porque se me perguntassem, saberia dizer os números (da camisola subentenda-se) de todos os jogadores do Sporting ou o número de vezes que óscares que infelizmente o Titanic ganhou ou mesmo o número de diferentes espécies de morcegos que existem em Portugal, que são 26, ficam já a saber. Mas é assim, a vida.
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O avião "Eusébio" avariou antes da sua partida inaugural. Da maneira como o Benfica anda e com presságios destes, quem não põe lá os pés sou eu! Bolas.
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Deverei comentar as Sugarbabes no Rock in Rio? Nááááá.
Np entanto deixe-me que vos diga que enfim arranjei toda a dsicografia dos Mão Morta. Faltava-me "Mão Morta", "Corações Felpudos" e o concerto na Aula Magna de 2001.
O primeiro cd, "Mão Morta", esmagou-me. Já conhecia praticamente todas as músicas, mas com diferentes arranjos feitos no cd "Mão Morta Revisitada", à excepção de "Aum". De uma força desesperante, tão ao estilo dos primórdios da escrita do Adolfo. Lindo.

Aum

Quem vem do cemitério pela rua do antigo teatro, chegando ao largo onde estão as ruínas
da igreja dos jesuítas, , vira à direita para a rua da estação do caminho de ferro, e segue
sempre em frente, acompanhando a linha do comboio, até chegar a um barracão a que
chamam museu e onde guardam as velhas locomotivas de vapor e as ferrugentas
carruagens de bancos de madeira. Aí, mete pela rua onde não passam carros até chegar a
um quiosque, daqueles redondos, frente ao qual, do lado esquerdo da rua, existe um
cafezinho com esplanada, onde ainda servem café de saco. Entra pelo café e sai pela outra
porta, que dá para a rua do jardim. Contorna depois o lago dos cisnes, em direcção ao
cruzamento com semáforos, e mete pela avenida do cinema, no sentido do novo bairro
administrativo, até chegar a um arranha-céus acabado de construir. Aí, vira à direita para a
rua que passa pelas piscinas recentemente inauguradas e, chegando ao centro comercial
em construcção, aquele que dizem vir a ser o maior da Europa, com não-sei-quantas lojas
e não-sei-quantos andares, enfia pela rua que ladeia os terrenos destinados ao futuro
complexo desportivo no fim da qual encontra a... maternidade... maternidade...
O tempo não espera por mim!
O tempo não espera por mim!
O tempo não espera por mim!
O tempo não espera por mim!


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Sim, sim, viva a Naomi Watts!
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Hmmm, é bom, é bom! Cineblog. Notícias super hiper mega totil frescas de toda a panorâmica cinematógráfica mundial! E gostos bem refinados também.
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-Deixa-me ver as mensagens men!
-Ya na boa. Toma.
-Xii só mensagens de gajos com nome de gaja!

A trivial piada de rapazes a cuscar as mensagens que as suas rapariguitas lhes mandaram. As vezes que já ouvi isto! As vezes que já suspirei, abanei a cabeça, sei lá o quê mais, ao ouvir isto Nunca vos aconteceu? Estão sentadinhos na vossa vidinha e de repente, zau! Ouvem dois adolescentes na fase do cio a disputar um frente a frente para ver qual deles é o mais garanhão. E esta inocente piada é sempre um grande trunfo para o que primeiro a utilizar.
Por isso se vos fizer falta, nunca se esqueçam deste conselho que vos dou. Utilizem esta dica (pareço um rapper a falar). A sério.
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sábado, fevereiro 07, 2004

Há decisões que uma pessoa toma, que depois fica orgulhosa de sim mesmo. Ontem, ter arriscado correr desenfreadamente para o Continente às 23 horas, com o risco de este estar fechado, para ir comprar mais uma garrafa de whisky, fez-me ter essa sensação.
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Sondagem: Que maminhas querem ver no Rock in Rio?
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Emir Kusturica é uma pessoa genial. Os seus filmes falam por si. Quem já não viu e se deliciou com "Gato Branco, Gato Preto", "Underground" ou o "Tempo dos Ciganos". Mas o que eu ainda desconhecia era o talento da sua banda. "Emir Kusturica and The No Smoking Orchestra". Aluguei o cd na Fonoteca da Casa da Cultura e foi um revelação espectacular. Músicas cheias de alegria, de vida e força, de sonoridades diferentes de tudo a que estamos habituados. Quem já viu algum dos filmes do Emir sabe do que eu estou a falar, pois muitas das músicas dos filmes são performances da "No Smoking Orchestra". Recomendo a todos os amantes de música e do Kusturica.
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sexta-feira, fevereiro 06, 2004

Rock in Rio? Este nome tem dois erros crassos. Primeiro não é no Rio, é perto do Tejo mas distingamos as coisas. Depois de Rock também vai ter muito pouco.
O primeiro dia terá a sua qualidade, com Rui Veloso, Gilberto Gil e Peter Gabriel. Mas como já se viu o Rui actuar em 100 sítios diferentes é dispensável e os outros não são propriamente o meu estilo e muito menos "rockeiros". O segundo dia, parecia o mais apetecível, com os nosso míticos Xutos (pronto, também já os vimos em mais de 100 sítios diferentes, mas é sempre de culto) e os Guns a fecharem. Charlie Brown Jr. era para ir beber uns copos. Mas agora Evanescence? Vai encher o dia de putos! Agora têem todos liberdade para fazerem o que quiserem, já os imagino a irem todos ver Evanescence. Ai ai. Já os iamgino a cantarem as músicas de Charlie Brown Jr. que estão nas telenovelas, tipo New Wave e que mais seja, e a perguntarem quando é que vêem os Evanescence, quase em transe.
O terceiro dia, para já, ao menos faz juz ao nome e reputação do festival. Spliknot e Metallica. Depois vem o melhor, Britney no Rock in Rio. No máximo Pop in Lisbon. No último dia insiste-se nas brasileiradas (Ivete Sangalo) e no rock puro e duro do Sting.
Ainda há esperanças de isto melhorar, era só convidar a Janet Jackson para mostrar a sua mama.

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quinta-feira, fevereiro 05, 2004

Ai ai a Janet Jackson mostrou a maminha para 100 milhões de pessoas! Ai ai, não pode ser.
Eu quero lá saber se o raio da irmã do pedófilo mostrou a mama. O que é que isso interessa? Alguém foi prejudicado por isso? Porque raio é que fazem uma tempestade de tudo? Ela é a única beneficiada com tal publicidade em vésperas do lançamento do seu novo cd.
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quarta-feira, fevereiro 04, 2004

Gostei muito de ver o gesto da Académica. Sim senhor, todos os jogadores de luto pela morte do Feher!
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Já viram aquele anúncio da Optimus, em que o pai está, supostamente, a falar com a filha ao telemóvel, tipo a contar-lhe uma história para adormecer? Não entendo. Porque está o pai a falar à filha ao telemóvel? Não percebo. Não pode falar-lhe pessoalmente? Ou prefere utilizar o telemóvel para justificar ter aderido ao custo zero ou o raio do novo serviço da Optimus? Será que ele disse que ia comprar tabaco e fugiu de casa, apenas levando o telemóvel para adormecer a sua filha? É muito estranho. E o fim do anúncio? "Segue o que sentes"? Mas o que é que isso tem haver com telemóveis ou pais e filhas a falar nos mesmos? É o slogan da Optimus? Mas que raio é que quer dizer? Diz-me para eu seguir o que sinto, mas eu não sinto nada por redes de telecomunicações... Tanto me faz uma ou outra, não me sinto atraído nem fisica nem psicologicamente por nenhuma delas.
Ai esta publicidade! Onde é que irá parar...
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terça-feira, fevereiro 03, 2004

Fui ver o Kill Bill, de novo, numa reposição dos melhores filmes de 2003 no Gil Vicente de Coimbra. Elephant, Dolls, Cidade de Deus, 25th Hour e Dogville também estão na lista para este mês de grande cinema em Coimbra. Vá lá.
Ver um filme que se adorou pela segunda vez não é só voltar a ver o filme, é uma autêntica experiência de vida. Como se costuma dizer, na segunda vez não são só os olhos que vêem. E foi tão bom ver, ouvir, sentir e saborear a realização soberba do Tarantino, com rasgos de perfeição absoluta e cenas de total antologia, o enquadramente quase bíblico da banda sonora nas variadas cenas, a beleza da Lucy Liu, a força da Uma. Lindo.
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domingo, fevereiro 01, 2004

Descobri uma excelente profissão na Arábia Saudita. Ministro das Peregrinações. É verdade, existe mesmo. Tinha o pequeno incoveniente de durante três ou quatro dias termos de lidar com milhões e milhões de muçulmanos histéricos a quererem rezar em Meca a todo o custo, atirar pedras ao Satanás e a atropelarem-se e a morrerem aos molhos. Era aborrecido, confesso. Mas trabalhar durante uma semana por ano não é nada mau!
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Afinal enganei-me, o Mourinho tem moral para falar de fair-play. É que ele incute nos seus jogadores uma dose de fair-play às vezes até exagerada. Foi comovente ver o Ricardo Carvalho a querer levantar o Liedson e o JOrge COsta empurrar o seu colega de forma a este não ajudar o seu adversário. Muito bonito!
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Primeiro ri-me, satisfeito de ver o Mourinho tão enervado, coitado. Mas depois a coisa atingiu contornos inqualificáveis, ultrajantes para os jogadores do Sporting.
O grande problema do Mourinho, não terá sido o empate. O empate nem foi mau para o Porto. O problema foi o banho de bola que o Porto levou. Desde o início da época Mourinho, o Porto nunca tinha sido dominado da forma como foi e eu, como sportiguista, orgulho-me de ter sido a minha equipa a fazê-lo. Daí a sua irritação excessiva e injustificada. Senão vejamos. O primeiro penaltie é nítido, indiscutível e o Liedson não está fora de jogo. É nítido, óbvio, quem não quer ver não veja, que estou-me bem a cagar para esses ceguinhos facciosos, desculpem lá. Ademais, o Vitor Baía devia ter sido expluso, pois o Liedson ficaria sozinho, isolado, de baliza aberta para fazer o golo. O segundo penaltie é duvidoso, mas se até nós que o vemos na televisão temos dúvidas, quanto mais um árbitro que tem de decidir no momento. Agora a situação do fora marcado pelo Rui Jorge. O Mourinho até teria a sua razão SE, e isto é muito importante, SE, repito SE, o árbitro Lucílio Baptista não tivesse MANDADO, repito, MANDADO, o Rui seguir o jogo, já que o João Pinto já estava a ser assistido fora de campo. E é apenas uma razão moral, porque o jogo estava mais que pronto para ser reatado. Moral essa que o senhor treinador do Porto muito raramente usa.
Por isso, o Mourinho fez figura de parvo, de sonso, de mau-perdedor, de anti fair-play e sobretudo foi mal educado, insultuoso e injusto para como Rui Jorge, chegando a dizer que nem sequer pronunciava o nome dele, parecia um autêntico assassino. Mas não desrespeitou só os jogadores e direcção do Sporting. Também desrepeitou os adeptos portistas que contavam com ele, o seu amado treinador, para ganhar ao Manchester, ir longe na Ligas dos Campeões e ser campeão no fim do ano. A imagem de frete que ele deu, de se estar nas tintas para o Porto foi muito triste. Para além do mais, foi hipócrita e falso-moralista. Ao invocar a situação de Arsene Wenger, quando este pediu para repetir um jogo que tinha vencido. Mas o Arsenal nesse jogo não devlveu a bola aos adversários depois de estes a colocarem fora de forma a um jogador londrino ser assistido. Os casos nada tÊem de semelhante, por isso é um exemplo ilógico e incongruente.
Se isto tivesse ficado por aqui tudo bem, era só caso para dar umas pancadinhas fortes na cabeça dele a ver se aclarava as ideias, mas não. Pouco depois entra o Bettencourt na sala de imprensa com a camisola do Rui Jorge rasgada, a dizer que tinha sida o o treinador do Porto que a tinha rasgado e dito, e passo a citar, "que ele morra em campo".
Sem comentários. Pinto da Costa também ouviu e achou muito bem dito. Se o Francisco Louçã é posto em tribunal por declarar que a Ministra Manuela Ferreira Leite pelos vistos é "ineputável", então o que merece o senhor José Mourinho nesta situação? Não sei qual será o alcance de tudo isto, mas eu não lhe perdoo. Adoro o Rui Jorge, é um homem digno e profissional, que já jogou no clube que o Mourinho representa, mas todos os fins de semana luta como um mouro (não era para fazer um trocadilho fácil, juro) no Sporting. O que ele disse foi grave, ainda por cima num momento que apela à união entre clubes por causa do Miki. Não sei onde chegará esta autêntica provocação, mas se chegar a actos de violência, não me admiro nada.

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